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3ª Rock Session: 8 Março

The Allstar Project: Como não tinha conhecimento sobre essa banda, não criei expectativas e ao final dos 50 minutos de audição estava totalmente boquiaberto. Uma imensidão afônica (com excepção de alguns samplers), aonde deixam as vozes a critério da imaginação do ouvinte, como se o próprio fizesse parte da música e se integrasse a mesma. Essa jornada reserva uma série de emoções randonicas em diversas intensidades, como uma espécie de manipulação sensorial aonde nos sentimos livres e, ao mesmo tempo, totalmente hipnotizados. Apresentam um talento fabuloso na criação de ambientes sonoros transcendentes, mutantes e envolventes sem fazer uso de técnicas instrumentais virtuosas ou modernismos hi-tech. Focam na sensibilidade. (Matheus Moura)
.Madcab: É um álbum genial, que só está ao alcance de alguns. Constituido por 10 temas envoltos num papel melódico, que esconde uma raiva contida, que acaba sempre por escapar e explodir libertando uma energia contagiante. Na minha opinião, um album a roçar a perfeição, que desperta o desejo de querer ouvir mais, e mais... (O Marsulpilami)
Peixe: Avião: (...) a visão é total, completa e deixa-nos aquele arrepio, impregnado pelo sabor das coisas novas. Ancorado pelo magnetismo das guitarra e da sintetização - e de uma voz com personalidade, é a cuidada poesia e sua forma de expressão, que fazem os peixe : avião ganhar parte da sua unicidade. (A Trompa)
Peixe: Avião: (...) a visão é total, completa e deixa-nos aquele arrepio, impregnado pelo sabor das coisas novas. Ancorado pelo magnetismo das guitarra e da sintetização - e de uma voz com personalidade, é a cuidada poesia e sua forma de expressão, que fazem os peixe : avião ganhar parte da sua unicidade. (A Trompa)
2ª Rock Session: 23 Fevereiro

Murdering Tripping Blues: O nome Murdering tripping blues define-se por si mesmo. A energia e emoção de um crime passional, estados alterados de consciência e a alma enlameada pelo blues. O projecto vai beber às águas lamacentas do Mississipi, à motorcity dos MC5 e The Stooges, à motown de Marvin Gaye, ao crime, ao sexo, à rebeldia... a tudo o que nasce do impulso, da libertação.
Sizo: Grande forma, desbravando com mestria o caminho tortuoso do rock alternativo, puxando por umas guitarras arrastadas, sujas, uma voz distorcida, coros e uma energia fantástica. Sizo é power… um rock com personalidade. (A Trompa)
Kyoto: Os Kyoto brindam-nos com um rock eléctrico, suado, pensado de um forma interessante, ora na sua vontade de rasgar caminhos, ferozmente, ora na subtileza de uma ideia diferente, mais serena. No fim, fica uma ideia interessante a seguir nos próximos tempos. Simplesmente, Kyoto. (A Trompa)
